A Etec Prefeito José Esteves mantém cursos profissionalizantes de nível médio, ensino técnico integrado ao ensino médio e outros cursos de formação profissional. Atualmente, a escola mantém Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio, Técnico em Agroindústria, Administração, Alimentos, Informática, Meio Ambiente, e também poderá oferecer outros cursos de menor duração desde que haja condições e alunos interessados. Também oferece cursos técnicos na modalidade semipresencial, em Secretariado e Administração.

 

Todas as atividades de ensino da Escola são dirigidas para a preparação do aluno para uma profissão e também para seu desenvolvimento pessoal, de forma a que ele seja um cidadão consciente e ativo, que age não só para o próprio sustento e bem-estar, mas também para o bem de todos.

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NOSSA HISTÓRIA


A Etec - Escola Técnica Estadual - Prefeito José Esteves foi criada em 1957, com a denominação de Escola de Iniciação Agrícola de Cerqueira César, sua instalação ocorreu em uma gleba de terras 24,20 ha, situada a aproximadamente 7 km do centro da cidade, doada pelo Prefeito Municipal de Cerqueira César, na ocasião, Sr. José Esteves.





Passou a funcionar em 1964, sendo oferecido o Curso Vocacional Agrícola, para alunos do sexo masculino, na faixa etária de 11 a 14 anos, com grau de escolaridade equivalente à 3ª série do ensino fundamental, sendo ainda condição para admissão ser procedente da zona rural.







Posteriormente, a partir de 1968, houve expansão do ensino agrícola pelo governo do estado, a escola foi transformada em Colégio Técnico Agrícola, e foram oferecidos Ginasial Agrícola e Monitor Agrícola, este em nível de ensino fundamental, modalidade suplência.





Em 1973, foi implantado o curso Técnico de nível médio em Agropecuária, para alunos de ambos os sexos, passando a ser o único curso oferecido pela Escola a partir de 1976. A Escola esteve subordinada à Secretaria de Estado da Educação, e ainda à Secretaria da Ciência e Tecnologia, na Divisão de Ensino Tecnológico, da qual foi transferida para o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza em 1994, mantendo inicialmente o curso integrado de Técnico em Agropecuária.

Em 1997, o Centro Paula Souza, promovendo alterações em todas as Escolas Agrícolas, determinou que não seriam mais oferecidas vagas iniciais para o Curso Técnico em Agropecuária, em regime integral, passou a ser ministrado o Curso Técnico em Administração Rural, nos períodos da manhã e noite.

Novas alterações de cursos ocorreram em 1998, já sob a vigência da nova LDB, Lei n° 9.394/96, e Decreto 2.208/97, foi implantado o Curso Técnico em Pecuária, em regime modular de três semestres, tendo como requisito a conclusão de, no mínimo, a 1ª série do Ensino Médio. No segundo semestre, teve início o Curso Técnico em Administração, no período noturno, nos mesmos moldes fixados pela nova legislação de ensino e orientações curriculares estabelecidas pelo Centro Paula Souza.

Nos anos seguintes, de acordo com a demanda e interesse dos alunos, manteve-se o oferecimento de cursos técnicos em Agricultura ou Pecuária, no período da tarde e de Administração Rural ou Gestão da Empresa Rural no período da noite. A partir do segundo semestre de 2002, passou também a ser ministrado o Curso Técnico em Meio Ambiente, no período da noite. Até que, em 2009, retorna o curso técnico em Agropecuária no período da tarde, em regime modular.

A Cooperativa-Escola de Alunos foi legalmente constituída no final de 2000, passando a efetivamente assumir projetos técnicos da Escola para apoio ao ensino e a administração da residência de alunos.

A partir de 2002, a política educacional do Governo do Estado contemplou com mais ênfase o papel do Centro Paula Souza na formação profissional de jovens e adultos. A Etec Prefeito José Esteves ampliou o número de cursos e vagas oferecidos, recebeu investimentos em manutenção de prédios e instalações, bem como aquisição de materiais e equipamentos.

A partir de 2012, por nova reformulação na legislação da educação profissional, retornam os Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio, com a implantação em regime integral do curso Técnico em Meio Ambiente, e a partir de 2014, passa novamente a ser oferecido o Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio.

Mantém-se a diversificação de cursos técnicos no período da noite, já que além do Curso Técnico em Meio Ambiente, conforme a demanda de alunos, são oferecidos em regime modular os Cursos Técnicos em Administração, Alimentos, Agroindústria, Agronegócio e Informática.

Também, por proposta do Centro Paula Souza, em convênio com Prefeituras Municipais, foram oferecidos cursos técnicos em regime de classes descentralizadas; em 2005, na cidade de Taquarituba, os cursos de Administração e Informática; em 2006, em Avaré, cursos de Administração e Nutrição e Dietética, em 2010, em Timburi, curso de Cafeicultura, e em 2014, em Manduri, curso de Contabilidade e Administração.

Nas cidades de Taquarituba e Avaré foram criadas Etec, a partir deste início como classes descentralizadas da Etec Prefeito José Esteves.

A partir de 2010, passou a ser oferecido Telecurso Tec, convênio do Centro Paula Souza com a fundação Roberto Marinho, na modalidade semipresencial na área de Gestão, cursos de Administração e Secretariado.


DESENVOLVIMENTO CURRICULAR

A mudança de característica da Escola de exclusivamente dedicada ao ensino técnico na área de Agropecuária, para uma Escola Técnica que também está aberta a ministrar cursos de outras áreas e níveis, refletiu o momento econômico e de desenvolvimento tecnológico, no qual o Estado procurou atender às expectativas da comunidade e demandas de formação para o trabalho. Esse contexto impôs à escola maior flexibilidade, bem como agilidade nos procedimentos administrativos e pedagógicos.

As Escolas Agrícolas do Estado mesmo com as várias mudanças de organização curricular, em decorrência das alterações da legislação da educação profissional, a orientação da política educacional de cada governo e de subordinação a diferentes órgãos do Estado, mantiveram como características mais marcantes a possibilidade do aluno vivenciar a situação real de produção e a residência do aluno na Escola, criando laços de convivência com professores, servidores e entre os próprios colegas, distintos dos de uma escola comum.

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